G7 Bahia

Sobe para cinco o número de integrantes do CV presos durante operação no Nordeste de Amaralina

Integrante do CV tentou deixar o Complexo do Nordeste de Amaralina pelo Vale das Pedrinhas, mas foi interceptado

Por producao ·

Sobe para cinco o número de integrantes do CV presos durante operação no Nordeste de Amaralina

Subiu para cinco o número de integrantes do Comando Vermelho (CV) presos durante a Operação Dominus Areae, realizada pela Polícia Militar nesta terça-feira (25), no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador. A quinta prisão aconteceu durante um bloqueio montado pela PM na região do Vale das Pedrinhas. Segundo informações da corporação, o homem tentou deixar o bairro, mas foi interceptado por uma equipe do Esquadrão Águia.

Com o suspeito, os policiais apreenderam R$ 4,9 mil em espécie, além de porções de maconha e cocaína. O material foi recolhido e o homem foi encaminhado para a unidade policial responsável pela ocorrência.

Suspeito possui passagens pela polícia

O suspeito, que assume abertamente integrar uma facção criminosa, possui 31 passagens pela polícia por tráfico de drogas, roubos e furtos.

Além disso, também possui duas passagens pela Cadeia Pública de Salvador. Na primeira vez, ele ficou custodiado entres os meses de novembro de 2025 e março de 2026. Em maio do ano passado ele voltou a ser preso, mas foi colocado em liberdade no mês de julho, após a Justiça acatar um pedido de alvará de soltura.

Integrantes do CV presos no Nordeste de Amaralina

Novas informações sobre os quatro integrantes do Comando Vermelho (CV) presos durante a Operação Dominus Areae, no Nordeste de Amaralina, em Salvador, foram divulgadas nesta terça-feira (25).

Entre os envolvidos está Andreia Vital Ferreira Santos, de 21 anos. Os outros três presos — dois adultos e um adolescente — não tiveram as identidades divulgadas.

Segundo a Polícia Militar, os quatro já respondem a inquéritos por tráfico de drogas, roubo, furto, receptação e associação criminosa. A corporação também informou que os envolvidos costumavam ostentar armas de fogo e fazer publicações em redes sociais com siglas e conteúdos em apologia à organização criminosa.

Ainda de acordo com a PM, os integrantes do grupo utilizavam plataformas como WhatsApp, Instagram e TikTok para publicar imagens com armas e conteúdos relacionados à facção.